O grito d'alma
. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

No grito d'alma as palavras não querem calar... elas afogam, pletoram e, se não libertas, matam

28.5.06
A gente aprende mesmo é sozinho e a diferença que faz a influência externa e a boa vontade dos que nos amam e querem que prosperemos passa pelo crivo de nossa vontade de ouvir, de ver, de sentir, de refletir - ou mesmo da ação de meditar, na qual, de forma ativa, damos o mais contundente "cala-a-boca" na mente verborrágica. A gente escolhe o que aprende e o tempo em que acontecerá. E o tempo, a duração de tudo, depende dessa prontidão. Por isso, por vezes, aprendemos tanto com quem nem sequer supunha que existíamos: e olha que estávamos, de fato, lá do outro lado do mundo e em dimensões tão díspares e, no entanto, tão perto.
(para a Lu)


O Filósofo anotou às 23:03.
. . .
Uma idéia para a posteridade: escrever "O Livro dos Comentários Sensacionais". Bastaria fazer uma devassa em tantas coisas inimagináveis que já recebi pelos blogues da vida e incluir suas completudes ou incompletudes com os textos que supostamente lhes deram origem. E você aí que me lê? O que espera? Não quer ter sua contribuição citada em tão magnânimo compêndio?

O Filósofo anotou às 22:46.
. . .
20.5.06
entre vírgulas, respiro, sinto, contemplo
eis meu olhar dia-branco sobre tudo


O Filósofo anotou às 13:28.
. . .
16.5.06
Sem São Paulo, o meu mundo é solidão
Da minha janela, essa paulicéia assustada e triste. Um inimaginável silêncio. Após quase cinco minutos, ouço, um carro passa, talvez procurando por uma farmácia para aliviar, com urgência, dores outras.


O Filósofo anotou às 03:52.
. . .
a ironia é mesmo, sem dúvida, uma sutil modalidade da maldade
e, ainda assim, tento transformá-la em arte


O Filósofo anotou às 02:09.
. . .
9.5.06
Meus amigos sabem bem o quanto que eu aprecio ler sobre questões esotéricas. Encontro nelas diversão garantida quase sempre. Não há tédio em seus tópicos! Mas confesso que é com algum pesar que acompanho a freqüência quase tão total com que tantos se ebofeteiam virtualmente nas salas de discussão desses temas específicos, enquanto procuram aqui e ali pelo anti-cristo ou tentam sintonizar as energias no sétimo raio violeta, subscrevendo-se sob alcunhas tais como "o humilde irmão", "o simples servo da Luz" etc. Então, este "irmão de Luz" que daqui vos fala fica ávido pelas mensagens dos céus que o mais rapidamente possível possam informá-lo sobre o mal que ainda o habita.

O Filósofo anotou às 02:38.
. . .
6.5.06
Tudo pode mudar a qualquer momento. A frase é um chavão dos mais realistas. E sei que há um qualquer momento dos grandes chegando, desses poderosos e desajeitados como um tiranossauro rex. No pouco tempo que resta, eu olho e olho com atenção para tudo, sobretudo para a ainda presença das coisas chatinhas, antes que mudem de lugar na vizinhança, pois preciso aprender a expulsá-las do mundo enquanto bailam com desdém e ironia diante de mim.

O Filósofo anotou às 13:41.
. . .
as coisas passam
a vida passa
o ferro passa


O Filósofo anotou às 13:35.
. . .
5.5.06
Neste endereço há um convite para reflexão dos mais incomuns. Os "ets do bem" estariam nos convidando para decidir se queremos que eles apareçam ou não, com suas naves espaciais, raios multicoloridos e toda a sorte de equipamentos que conduziriam a humanidade a uma nova era etc. etc. etc. Como precisamos do mal para nos identificar com o bem, há também no mundo um "Governo Secreto" que é dominado por "ets do mal" e cujo maior representante na Terra é o George Bush, a própria besta do apocalipse, na verdade um "reptiliano disfarçado" interessado em preparar a humanidade definitivamente para servir aos interesses dessas raças tão malvadas.
Pois bem. Nossos heróis do bem nos convidam para escolher se eles devem vir ou não para a visibilidade. Argumentam sobre o porquê deles não terem dado as caras até agora e informam essa possibilidade democrática de "votarmos" se nós desejamos que estejam por perto. Tive a curiosidade de investigar na internet a quantas andam os votos e as campanhas desse referendum popular e notei que "os discos do bem" são vistos como salvadores contra o mal que nos cerca, a "fraternidade branca" contra as trevas dos "maldosos iluminati" e que, sim, sim, sim, que venham logo nossos amiguinhos siderais. Não só "a verdade está lá fora", parodiando os episódios do famoso seriado, como nossas fraquezas, incompetências e imaturidades morais também. Chamam-se greys, draconianos, iluminatis dentre tantos outros álibis. Curiosamente, nossos heróis parecem saber disso, argumentando sobre a mister necessidade da humanidade assumir responsabilidades pelo seu destino, ainda que individualmente, ainda que em uma ação isolada de, pelo menos, responder com firmeza se deseja ter discos voadores a zunir pelos céus em companhia dos nossos aviões, helicópteros e do dirigível da Globo. Na verdade, eles têm um texto e um argumento tão bons que eu próprio gostaria de ter escrito isso em alguma trama literária que versasse sobre a eterna luta do bem contra o mal. Por isso, decidi pelo meu voto que SIM, que venham nossos heróis e aproveitei para fazer, neste espaço, minha boca-de-urna.
E você, já decidiu o seu voto?


O Filósofo anotou às 01:56.
. . .


. . .