a gente se vira com o que a vida dá tenho o universo de minha janela outra e tudo o que puder inventar e viver O Filósofo anotou às 22:43. . . .
mas não gosto disso prefiro aquela combinação entre poesias e musinhas O Filósofo anotou às 22:38. . . .
as poesias continuarão descendo verborragicamente pelo ralo enquanto regurgita o estômago pelotes invisíveis elas evitam as células folgadas, metidas à supermultiplicação O Filósofo anotou às 22:35. . . .
que seja festa o tempo que parecia dedicado ao louvor O Filósofo anotou às 22:32. . . .
façamos das chamas do inferno o fogo da churrasqueira! O Filósofo anotou às 22:31. . . .
e eu que queria aquela sombra clamava pela agüinha on the rocks O Filósofo anotou às 22:31. . . .
mas enche o saco ah enche O Filósofo anotou às 22:28. . . .
e nem dá para dizer da inteligência da coisa o tal do engenheiro é brilhante quem bolou os softwares então O Filósofo anotou às 22:27. . . .
então inexorável vida que é O Filósofo anotou às 22:19. . . .
E a gente quer porque quer fazer das coisas contos de fadas sem sequer senti-los O Filósofo anotou às 22:19. . . .
E, de repente, kafkianamente, tudo havia mudado. Tudo. O Filósofo anotou às 22:17. . . .