O grito d'alma
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No grito d'alma as palavras não querem calar... elas afogam, pletoram e, se não libertas, matam

26.12.06
(eu sei que estou devendo a foto, eu sei...)

O Filósofo anotou às 20:52.
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25.12.06
Paisagens sempre ajudam muito.
É preciso, claro, estar no mundo para receber essa mãozinha.


O Filósofo anotou às 18:05.
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18.12.06
(A gente se acostuma a tirar toda a nossa força e colocar no juiz que nos olha a cada esquina insuspeita. Eu sei, dou aulas disso, embora poucos alunos dêem conta.
(Mas quando parece que é a vida que cobra, teoricamente deveríamos fazer o mesmo que deveríamos fazer com o juiz de cada esquina, ou seja, mandá-la às favas.
(Isso explica muito, sobretudo quando abdicamos do poder que é nosso de sermos um com a vida.
(Aí, meu amigo, ela assume tudo.

(Ai, ai, ai... é assim mesmo!


O Filósofo anotou às 00:04.
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17.12.06
(Então, a vida parece olhar, como se pudesse, para a minha cara com certa impaciência, como quem diz, se pudesse, "como é, vai ou não vai?")

O Filósofo anotou às 23:57.
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(querer fica um troço bem complexo quando se pode)

O Filósofo anotou às 23:55.
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Ah, se eu pudesse!
Opa! Quer dizer que pode?


O Filósofo anotou às 23:53.
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9.12.06
Transforma-se dor em tantas coisas enfadonhas. Eventualmente, em arte.
E então, nos deparamos com mais uma pecinha de um caleidoscópio que, a todo momento, inspirações a fio, nos apresenta um instantâneo do que chamamos de humano.
As pessoas gostam tanto disso. De poderem se ver, ouvir e sentir nas musiquinhas bregas, nas novelas pobres, na arte singular.
Alguém conhece uma boa editora em Vênus?


O Filósofo anotou às 23:29.
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