(eu sei que estou devendo a foto, eu sei...) O Filósofo anotou às 20:52. . . .
Paisagens sempre ajudam muito. É preciso, claro, estar no mundo para receber essa mãozinha. O Filósofo anotou às 18:05. . . .
(A gente se acostuma a tirar toda a nossa força e colocar no juiz que nos olha a cada esquina insuspeita. Eu sei, dou aulas disso, embora poucos alunos dêem conta. (Mas quando parece que é a vida que cobra, teoricamente deveríamos fazer o mesmo que deveríamos fazer com o juiz de cada esquina, ou seja, mandá-la às favas. (Isso explica muito, sobretudo quando abdicamos do poder que é nosso de sermos um com a vida. (Aí, meu amigo, ela assume tudo. (Ai, ai, ai... é assim mesmo! O Filósofo anotou às 00:04. . . .
(Então, a vida parece olhar, como se pudesse, para a minha cara com certa impaciência, como quem diz, se pudesse, "como é, vai ou não vai?") O Filósofo anotou às 23:57. . . .
(querer fica um troço bem complexo quando se pode) O Filósofo anotou às 23:55. . . .
Ah, se eu pudesse! Opa! Quer dizer que pode? O Filósofo anotou às 23:53. . . .
Transforma-se dor em tantas coisas enfadonhas. Eventualmente, em arte. E então, nos deparamos com mais uma pecinha de um caleidoscópio que, a todo momento, inspirações a fio, nos apresenta um instantâneo do que chamamos de humano. As pessoas gostam tanto disso. De poderem se ver, ouvir e sentir nas musiquinhas bregas, nas novelas pobres, na arte singular. Alguém conhece uma boa editora em Vênus? O Filósofo anotou às 23:29. . . .