Fala-se muito, pensa-se bastante, sente-se pouco, bem pouco mesmo, a realidade. Mesmo, mesmo, quando o cheiro forte de fumaça-gente nos arde nos olhos e nos obriga. O Filósofo anotou às 09:20. . . .
nhoc! O Filósofo anotou às 08:45. . . .
poesia para crianças fofas é aquela que se faz mordendo O Filósofo anotou às 08:45. . . .
e o que é a poesia, tanto quanto toda a arte, esse incomensaurável sei lá que liga O Filósofo anotou às 08:42. . . .
e o perene pensar paira sobre o sono bom, melhor jeito de se ser lógico O Filósofo anotou às 08:40. . . .
ou vice-versa, enviesado, do lado de lá do espelho O Filósofo anotou às 08:38. . . .
não que que nunca tivesse tido tanto quanto quem pensasse alhures O Filósofo anotou às 08:35. . . .
(nunca dediquei a devida importância ao verbo rolar) O Filósofo anotou às 08:34. . . .
De tempos em tempos rola um tempo. O Filósofo anotou às 08:32. . . .